Revisão do Piso Mínimo de Frete entra em debate técnico; FETCEMG acompanha proposta
A metodologia utilizada para calcular o Piso Mínimo de Frete está em processo de revisão e entrou no radar do setor de transporte rodoviário de cargas. A proposta foi apresentada e discutida, no dia 28 de agosto, durante reunião extraordinária da Comissão Especial de Atualização no Transporte de Produtos Perigosos, acompanhada pela FETCEMG, representada pela assessoria jurídico-ambiental.
O encontro teve caráter técnico e foi dedicado exclusivamente à análise da proposta de revisão da metodologia de cálculo. A discussão tratou dos critérios que estruturam a formação dos valores do piso, com destaque para os custos envolvidos na operação, as distâncias consideradas e os parâmetros técnicos utilizados nas planilhas e tabelas de referência.
A revisão é um tema de atenção para as empresas transportadoras, uma vez que a metodologia utilizada no cálculo do Piso Mínimo de Frete tem relação direta com a composição dos valores de referência para o transporte rodoviário de cargas. Durante a reunião, foram avaliados os critérios apresentados e sua aderência à realidade operacional enfrentada pelo setor.
FETCEMG mantém acompanhamento
A Federação, por meio de sua assessoria jurídico-ambiental, seguirá monitorando a evolução da proposta, especialmente eventuais alterações na metodologia e seus possíveis impactos sobre a formação do frete.
O acompanhamento busca assegurar que a entidade esteja preparada para atuar institucionalmente caso os próximos desdobramentos da revisão impliquem mudanças relevantes para as empresas do transporte rodoviário de cargas.






